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Com recorde de abstenções, eleições de 2020 impõem derrotas a Bolsonaro e ao PT

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Concluídas neste domingo (29), as eleições municipais de 2020 foram marcadas pelo enfraquecimento de forças políticas que rivalizaram a disputa presidencial de 2018: o PT e o presidente Jair Bolsonaro.

Os resultados da votação deste ano mostram que o partido, cuja maior liderança é o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, perdeu influência e não comandará nenhuma capital brasileira pelos próximos quatro anos. Neste 2º turno, o PT assistiu à derrota de seus candidatos em duas capitais: Recife, onde Marília Arraes perdeu para João Campos (PSB); e em Vitória, onde Delegado Pazolini (Republicanos) venceu João Coser.

As novas derrotas do PT nas eleições de 2020 confirmam um processo de desgaste que a sigla vem sofrendo há, pelo menos, 6 anos. As denúncias de corrupção envolvendo o partido reveladas pela Operação Lava Jato, o impeachment de Dilma Rousseff e a prisão do ex-presidente de Lula, em 2017, contribuíram para o aumento do antipetismo em praticamente todas as regiões brasileiras.

Ao mesmo tempo, a maioria dos candidatos apoiados por Bolsonaro foi derrotada nas urnas, a exemplo de Marcelo Crivella, no Rio, e de Celso Russomanno, em São Paulo – ambos do Republicanos. Apesar das derrotas em capitais importantes, a força política de Bolsonaro ainda existe e está sustentada na vitória de alguns partidos aliados, como PSC, Republicanos, Podemos e Patriota. O Republicanos, por exemplo, venceu em Vitória, com Delegado Pazzolini. O Podemos conquistou a prefeitura de São Luis, com Eduardo Braide.

Outro fator marcante nas eleições de 2020 foi o desempenho do PSDB. Com a vitória de Bruno Covas em São Paulo, cidade mais populosa do país, a legenda passa a ser a que que tem o maior número de governador, com 16,6 milhões de pessoas sob sua gestão em todo o Brasil.

A vitória do PSDB em São Paulo, maior colégio eleitoral do Brasil, é estratégica para o partido, que pretende lançar a candidatura do hoje governador João Doria à Presidência da República em 2022.

As eleições de 2020 também ficaram marcadas pelo recorde do índice de brasileiros que não foram votar. Mais de 11 milhões de brasileiros se ausentaram, o que corresponde a 29,47%, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Trata-se da maior taxa de abstenções dos últimos 20 anos.

fonte: SBTNews

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