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Câncer de próstata: um mal silencioso

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Com o fim do mês de outubro e das comemorações do Outubro Rosa , inicia-se o mês de novembro com mais um movimento que objetiva alertar a população sobre o câncer: o Novembro Azul. Esse movimento internacional, comemorado inicialmente na Austrália, em 2003, volta-se para a conscientização do público masculino a respeito do câncer de próstata.

O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens no Brasil e é de olho principalmente em quem não se cuida que a campanha Novembro Azul está nas ruas. Novembro é azul mas deveria ser o ano todo. Afinal, a campanha chama a atenção para a prevenção do câncer de próstata, a segunda doença que mais mata homens no mundo.

No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima em 61 mil novos casos só esse ano. Antes uma doença de idosos, hoje esse tumor maligno atinge homens cada vez mais jovens.
Como qualquer câncer, quando detectado no início, a chance de cura é maior. Mas quando ele se espalha, o estrago costuma ser irreversível.

Muitos homens ainda têm dúvida sobre qual é o exame mais eficiente para detectar a doença, se o de sangue – conhecido como PSA – ou o exame do toque. Quem responde é a estatística. Se o paciente faz apenas um desses exames, a chance de falha no diagnóstico é de 20% no PSA e de 40% no exame de toque. Mas quando os dois são feitos ao mesmo tempo, o índice de falha no diagnóstico cai para 0%.

Os homens que estão na idade de risco também devem ficar atentos a possíveis sintomas da doença, como dificuldade de urinar ou diminuição da força do jato da urina, por exemplo. Além de hospitais, os exames preventivos também podem ser realizados em postos de saúde.

 A única forma de garantir a cura do câncer de próstata é o diagnóstico precoce. Mesmo na ausência de sintomas, homens a partir dos 45 anos com fatores de risco, ou 50 anos sem estes fatores, devem ir ao urologista para conversar sobre o exame de toque retal, que permite ao médico avaliar alterações da glândula, como endurecimento e presença de nódulos suspeitos, e sobre o exame de sangue PSA (antígeno prostático específico). Cerca de 20% dos pacientes com câncer de próstata são diagnosticados somente pela alteração no toque retal.

Outros exames poderão ser solicitados se houver suspeita de câncer de próstata, como as biópsias, que retiram fragmentos da próstata para análise, guiadas pelo ultrassom transretal.A indicação da melhor forma de tratamento vai depender de vários aspectos, como estado de saúde atual, estadiamento da doença e expectativa de vida. Em casos de tumores de baixa agressividade há a opção da vigilância ativa, na qual periodicamente se faz um monitoramento da evolução da doença intervindo se houver progressão da mesma.

Fonte:Da Redação Edição Fabi Oliveira

 

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