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Brasileiro troca a gasolina pelo álcool, na hora de encher o tanque do carro. É que o mostra balanço da Agência Nacional do Petróleo referente ao mês de outubro.
As vendas de gasolina despencaram quase 14 por cento, na comparação com o mesmo período de 2017. E atingiram o pior resultado em cinco anos. Enquanto isso, as vendas de etanol cresceram quase 50 por cento.
A explicação está no preço. O consumo, é claro, varia de carro pra carro e de acordo com a forma de dirigir.
Mas especialistas explicam que, no geral, um veículo flex abastecido com gasolina roda cerca de 30 por cento a mais.
Portanto, a conta é a seguinte: o motorista pode pegar o valor do derivado do petróleo e multiplicar por 0,7. O resultado é o preço máximo que o álcool pode custar para ser mais vantajoso.
Na prática, em outubro a ANP apurou que o valor médio da gasolina foi de quatro reais e 71 centavos o litro. Esse preço vezes 0,7 quer dizer que ela só seria mais vantajosa que o álcool se ele custasse de três e 30 pra cima.
Mas o valor médio do etanol foi bem menor: dois reais e 93 centavos.
Reportagem Umberto Ferreti