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Você aceitaria passar por um detector de mentiras no seu ambiente de trabalho?
Em muitos países, o uso de polígrafos, os equipamentos para “medir a verdade” são proibidos, mas nos Estados Unidos é comum utilizar o dispositivo.
Proibido por lei nas empresas privadas, o teste de detecção da mentira é um recurso frequente em investigações criminais dos tribunais norte-americanos.
Também está presente nas agências de segurança ou inteligência para referendar a indicação de pessoas a altos cargos ligados ao governo.
Utilizado desde 1921, o polígrafo identifica, por sensores, as reações físicas diante de questionamentos, por exemplo, o aumento dos batimentos cardíacos, suor na ponta dos dedos, a aceleração da respiração ou mesmo a pressão sanguínea.
Os modelos mais antigos mostravam a oscilação dos sinais por traços numa folha de papel. Já os mais modernos fazem a leitura na tela do computador.
O curioso é que os resultados não são aceitos como provas definitivas, e, muitas vezes, mesmo falando a verdade, o interrogado não é aprovado pelo detector.
Reportagem Bernadete Druzian