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Caso Vitória: defesa não quer que servente de pedreiro vá a júri

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aracariguama

A defesa de Júlio César Lima Ergesse, um dos três acusados pelo assassinato de Vitória Gabrielly Guimarães, de 12 anos, em Araçariguama (SP), não quer que o servente de pedreiro vá a júri. A tese é baseada no laudo que apontou que havia DNA da menina nas unhas dele, mas que não havia odor do réu na cena do crime.

Júlio e o casal Bruno Marcel e Mayara Borges de Abrantes já foram ouvidos pela Justiça e negaram envolvimento no crime, cometido em junho de 2018. O caso corre pela Comarca de São Roque (SP) e aguarda a manifestação do Ministério Público.

A coleta do material comprovou que o rapaz esteve com a menina, conforme ele já havia dito durante depoimentos à investigação. Júlio chegou a dar seis versões sobre o desaparecimento da garota.

No entanto, o servente dizia apenas que esteve dentro de um carro com Vitória e que o casal teria seguido com ela para um local desconhecido por ele. Os três foram indiciados por homicídio doloso pela Polícia Civil.

“O Júlio não participou da morte, do evento morte. Não foi encontrada nenhuma prova dele no local do homicídio, na mata, ou qualquer outro local, uma vez que a vítima morreu onde foi encontrada”, disse um dos advogados de Júlio, Glauber Bez.

Outro laudo do Instituto Médico Legal (IML) de Sorocaba já havia confirmado que Vitória Gabrielly tentou se defender antes da “morte violenta”.

Os três estão presos na penitenciária 2 de Tremembé, conhecida por abrigar detentos de casos de grande repercussão.

fonte: G1

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