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São Paulo monitora sete pacientes com suspeita de coronavírus no estado; um caso foi descartado

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A Secretaria de Saúde anunciou nesta segunda-feira (03) que descartou um dos casos suspeitos de coronavírus, que estava em monitoramento em São Paulo durante o fim de semana, e agora tem sete pacientes suspeitos em vigilância em todo o estado. Ao todo, o Brasil investiga 14 casos suspeitos da doença, mas nenhuma infecção foi confirmada.

Entre os sete pacientes em monitoramento em São Paulo, quatro estão na capital paulista e três no interior, nas cidades de Paulínia (dois casos) e Americana (um caso).

No total, seis adultos de São Paulo e Paulínia e uma uma criança que vive em Americana estão sendo monitoradas.

De acordo com a secretaria, a criança de Americana não tem histórico de viagem à China nos últimos meses, mas é considerado suspeito por apresentar sintomas clínicos e ter tido contato com paciente considerado igualmente suspeito.

O estado de saúde desses sete pacientes, segundo a secretaria, é bom e estável. Eles estão recebendo cuidados em casa, através de isolamento domiciliar, ou seja, com restrição de contatos com pessoas e ambientes externos.

Caso descartado

No último boletim de monitoramento divulgado no sábado (1), a Secretaria de Saúde informou que São Paulo tinha oito casos suspeitos.

Porém, o paciente de Santana do Parnaíba passou por exames clínicos e foi diagnosticado com outro tipo de vírus: o rinovírus/adenovírus, o que levou à retirada dele da lista de suspeitos de coronavírus.

“Há dois dias não há novos registros em São Paulo. Os familiares dos pacientes considerados suspeitos estão orientados com relação às medidas necessárias para se prevenirem, como uso de máscaras, higienização das mãos e não compartilhamento de objetos de uso pessoal, bem como sobre os cuidados requeridos para os pacientes, que incluem hidratação e a permanência em casa, sem circulação por outros locais e evitando contato com familiares e amigos, por exemplo”, diz o boletim da Secretária de Saúde divulgado nesta segunda.

Coleta de exames

Em São Paulo, a investigação dos casos é realizada pelas secretarias municipais de saúde, com apoio técnico do estado. As amostras biológicas dos pacientes são colhidas pelo hospital onde foram atendidos os pacientes e enviadas para análise no Instituto Adolfo Lutz, na capital paulista.

Os exames são feitos a partir da coleta de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou coleta de secreções da boca e nariz), que é realizado pelo hospital que atendeu o caso suspeito e encaminhado ao laboratório de saúde pública na capital.

Até o momento, não há casos confirmados de coronavírus nem em São Paulo, nem no Brasil. Os dados oficiais estão sendo registrados pelos municípios em um sistema de notificação do Ministério da Saúde, que até o momento computa 14 casos suspeitos em monitoramento em todo território nacional.

fonte: G1

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