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A Prefeitura de Araçariguama (SP) vai pedir ajuda ao governo estadual para ajudar a tirar as famílias que moram no entorno do Rio Tietê.
O temporal que atingiu o interior e a capital entre o dia nove e 10 de fevereiro, fez com que o nível do rio subisse aproximadamente quatro metros acima do normal. Pelo menos 10 bairros foram atingidos e vários pontos de alagamento e deslizamento de terra foram registrados na cidade. O bairro mais afetado foi o Bairro Santa Ella.
O prefeito de Araçariguama, João Batista, ou Joca, como é conhecido, disse, que iria se reunir com uma equipe do governador João Dória para falar sobre os recursos que devem ser encaminhados para a cidade.
O principal assunto da reunião será um anúncio feito pelo governador. João Dória disse que irá liberar uma verba emergencial de R$ 20 milhões que será dividido entre os municípios mais prejudicados que são: Araçariguama, Botucatu, Porangaba e Capivari. Ainda não foi informado como o valor será dividido.
Mais de 140 famílias vivem às margens do Rio Tietê, em áreas de risco, nos bairros Santa Ella e Tanque Velho, e tiveram as casas invadidas pela água do rio.
A prefeitura estuda uma maneira de tirar essas famílias dessa área de risco, mas informou que precisa de dinheiro para construir novas casas.
Além do Governo Estadual, a Prefeitura de Araçariguama informou que também vai pedir ajuda ao Governo Federal.
O prefeito da cidade informou que nesta terça-feira (18) deve ir até Brasília onde deve ficar por pelo menos três dias para se reunir com políticos e conseguir o valor para a construção de novas casas.
Além disso, a prefeitura informou que são necessários R$ 4 milhões para reconstruir e reparar cinco pontes que tiveram as estruturas afetadas por conta da forte chuva. Uma das pontes, que fica no bairro Tanque Velho, foi arrastada pela enchente.
Um engenheiro da Defesa Civil estadual esteve na cidade para avaliar as casas inundadas. Ele concluiu que pelo menos oito casas vão precisar ser demolidas. Ainda não tem um prazo para a demolição acontecer, mas as famílias não podem retornar para as residências.
fonte: G1 TV TEM