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O ônibus que foi atingido na traseira por outro veículo na rodovia Castello Branco, em Araçariguama (SP), estava parado irregularmente no acostamento da via para que uma passageira descesse fora do ponto, segundo o boletim de ocorrência.
O acidente foi registrado na quinta-feira (30). O ônibus parado foi atingido no trecho do quilômetro 49 e a colisão deixou dois mortos e feriu outras 15 pessoas.
Ainda conforme o boletim de ocorrência, o motorista parou no acostamento em um trecho demarcado por faixas canalizadas, o que constitui infração de trânsito. Ele não se feriu e disse aos policiais que faz esse trajeto há anos, mas que havia passado direto pelo ponto onde a passageira desceria.
Para não fazê-la caminhar muito, uma vez que o próximo ponto ficava a cerca de um quilômetro, o motorista decidiu parar no local irregular. Ele abriu a porta e esperou a passageira descer, momento em que sentiu o impacto do outro ônibus na traseira.
A passageira acabou sento atropelada, mas recebeu alta horas mais tarde numa unidades hospitalar de Osasco (SP).
O motorista do outro ônibus, que bateu de frente contra a traseira do veículo parado, seguia com destino para Bauru e morreu no local. Socorristas chegaram a ser acionados para retirar Alberto Siqueira da Silva das ferragens, mas ele já estava sem vida.
Já no ônibus atingido havia seis passageiros, que estavam indo para Sorocaba (SP). Cinco pessoas sofreram ferimentos leves e uma não se feriu.
Segundo uma perícia realizada no local, não havia marcas de frenagem do veículo conduzido por Alberto, o que pode indicar que ele não teve tempo de frear, algum tipo de falha mecânica no veículo ou mesmo perdeu o controle.
Os dois ônibus foram levados para o Instituto de Criminalística de Sorocaba, onde serão submetidos a uma perícia detalhada.
A polícia investiga o caso e já encontrou sinais de irregularidades, pois dentro do veículo que tinha como destino Bauru havia apenas duas fileiras de bancos e o restante do espaço era ocupado por colchões.
Questionada sobre o problema dos ônibus clandestinos, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), disse que continua trabalhando no combate ao transporte clandestino.
fonte: G1