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Cerca de 600 pessoas foram flagradas em uma “balada de luxo” em Pinheiros, zona nobre de São Paulo, na madrugada deste domingo (30).
Com a chegada da força-tarefa de fiscalização, 500 dos 600 frequentadores foram encontrados sem a máscara de proteção facial (veja no vídeo acima).
Já que a multa estipulada é de mais de R$ 5 mil por cada pessoa sem o item, se somadas todas as irregularidades, a multa ao estabelecimento pode chegar aos R$ 5 milhões.
Os fiscais surpreenderam o público enquanto o evento clandestino acontecia a pleno vapor. Luzes, som alto e os bares distribuídos pelo local funcionavam normalmente. Vídeos feitos pouco antes da chegada das autoridades mostram o ambiente lotado e o completo desrespeito às medidas de prevenção contra o contágio pelo novo coronavírus.
De alto padrão, o estabelecimento cobrava R$ 300 por entrada. Não havia janelas ou qualquer tipo de ventilação natural no local. Tamanha era a quantidade de pessoas que os agentes tiveram dificuldade em contar quantas foram encontradas infringindo as normas sanitárias.
Após a apreensão de equipamentos e instrumentos de som, máquinas de cartões de débito e crédito e a dispersão da maioria do público, o lugar foi autuado, interditado e lacrado. Ao menos um homem, identificado como proprietário do Mubarak Bar, foi levado a depor junto a outros frequentadores, que serão apresentados como testemunhas.
O caso foi registrado no Departamento de Polícia e Proteção à Cidadania, onde os detidos devem ser ouvidos e liberados após assinatura de termo circunstanciado.
Fiscalização
Criado no dia 12 de março, em parceria com a Prefeitura de São Paulo, o Comitê de Blitze tem como objetivo reforçar as fiscalizações e o cumprimento das medidas restritivas da fase emergencial e evitar a propagação do coronavírus.
Integram o Comitê agentes da Guarda Civil Metropolitana, Vigilância Sanitária, Procon e das Polícias Civil e Militar, além do deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP), coordenador da Força-Tarefa no Combate a Festas Clandestinas.
Qualquer pessoa pode denunciar festas clandestinas e funcionamento irregular de serviços não essenciais pelo telefone 0800-771-3541 e também no site www.procon.sp.gov.br ou pelo e-mail secretarias@cvs.saude.sp.gov.br, do Centro de Vigilância Sanitária.
As informações são de Matheus Pastori, da TV Bandeirantes.