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A Santa Casa de São Roque (SP) investiu R$ 700 mil para instalar uma usina que produz mais da metade do oxigênio necessário para atender os pacientes da unidade. O hospital, que recebe moradores de outros municípios, tem 10 leitos de UTI e 15 de enfermaria, e segue com a ocupação média acima dos 80%.
Segundo administradora Taís Danilucci, o projeto começou devido ao aumento da demanda durante a pandemia de Covid-19. Além da autonomia, já que a unidade não precisa mais comprar todo o oxigênio, a usina representa também uma economia de R$ 50 mil por mês para a Santa Casa.
“Como nós começamos a operação recentemente, hoje ela está absorvendo cerca de 55%, mas o planejamento é chegar até 90% do uso do oxigênio da Santa Casa”, diz.
A estrutura demorou quatro meses para ser construída na unidade e ter a adequação da parte elétrica, além da instalação da máquina.
De acordo com o gestor de manutenção em novos projetos, Marcelo Eusébio, a produção de oxigênio é a partir da captação do meio ambiente. A partir disso, a máquina consegue separar as impurezas.
“Ela consegue transformar o oxigênio em 93 a 95%. Ele é usado em pacientes tanto nos setores clínicos quanto nos setores de UTI”, diz.
Ainda conforme a administração do hospital, todo oxigênio usado no hospital era comprado e ficava armazenado. Com a produção, o dinheiro que não será usado mais nas compras poderá ser investido em melhorias na unidade.
“A Santa Casa conseguiu ser reabastecida durante toda pandemia. No entanto, agora, temos até excesso de produção de oxigênio e dá mais tranquilidade no atendimento dos pacientes”, afirma.
com as informações do G1