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Dois homens foram presos em uma operação da Polícia Federal, nesta quinta-feira (29), na investigação de uma fábrica clandestina de cigarros descoberta em Piedade(SP), em junho.
Policiais foram às ruas para cumprir três mandados de prisão preventiva, em Taboão da Serra, Imbu e Sorocaba, e quatro mandados de busca e apreensão, em Taboão da Serra, Imbu, Sorocaba e São Paulo. Dois celulares e documentos foram apreendidos pelos policiais. Um dos acusados está foragido.
Segundo a PF, a Operação 136 apura os crimes de contrabando, tráfico internacional de pessoas, redução à condição análoga à de escravos, falsificação de selo/sinal público, sonegação fiscal, dentre outros.
O nome “136” faz alusão ao número telefônico da Ouvidoria do SUS, encontrado em maços de cigarro, inclusive nos falsificados apreendidos.
O objetivo da operação é a prisão das pessoas responsáveis pelo tráfico internacional de pessoas, trabalho escravo e fabricação clandestina de cigarros e coleta de elementos relacionados aos crimes.
Os suspeitos podem responder pelos crimes de promoção de migração ilegal, falsificação de papéis públicos, redução à condição análoga à escravidão, contrabando, organização criminosa, sonegação fiscal e produção de substâncias nocivas à saúde.
A Polícia Federal foi acionada pela Polícia Militar quando uma fábrica clandestina destinada à fabricação e embalagem de cigarros falsificados em Piedade foi descoberta, em 16 de junho.
No imóvel, que ficava na vicinal Alto de Liberdade no bairro Liberdade, foram encontrados cinco pessoas paraguaias e um brasileiro, supostamente em situação análoga a de trabalho escravo. Quem tomava conta do local conseguiu fugir.
Os policiais foram até o local e encontraram máquinas, matéria-prima para fabricação de cigarros, pacotes e os suspeitos trabalhando no local. As pessoas encontradas na fábrica foram liberadas e a polícia investigou o caso.
De acordo com a PF, os paraguaios e o brasileiro que estavam no local são considerados vítimas.
O material apreendido no galpão ainda não terminou de ser contabilizado pela Receita Federal. Fiscais precisaram de cinco caminhões grandes para retirar os cigarros ilegais, insumos e maquinário.
fonte: G1