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Mãe de cadeirante relata que filha foi esquecida na escola por transporte municipal

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A mãe de uma cadeirante de 15 anos relatou que a filha foi esquecida na escola em seu primeiro dia de aula pelo transporte municipal de Araçariguama (SP), na segunda-feira (8). Para a família, a situação causou constrangimento, já que a menina tem cateter para controle da retirada de urina e não pode ter atraso.

Ao g1, a mãe, Cyda Coelho, explicou que Maria Izadora Coelho iniciou o primeiro ano do ensino médio este ano na Escola Estadual Professor Humberto Victorazzo, no Centro. Ela mora no bairro Viçoso, que fica a 15 minutos da escola. Na segunda-feira (7), as aulas terminaram às 18h35, mas a adolescente chegou em casa às 19h25, segundo a mãe.

“Ligamos várias vezes para o transporte e nada. Mas aí ela chegou em casa meio sem graça, disse ao pai que não tinha gostado muito. Falou bem das aulas, dos professores, e relatou ter ficado com medo de fazer o xixi na volta porque mesmo que ela use o banheiro normalmente, ela não tem controle dos escapes. Ela é adolescente e isso é uma situação vexatória”, conta Cyda.

A mãe explica que a bexiga da filha funciona apenas 30% e um atraso pode ser prejudicial.

“Esse controle é para evitar que a urina possa subir aos rins ou, até mesmo, perca das paredes da bexiga. Atrasos na retirada da urina podem gerar infecções e piorar o quadro do intestino, que é tudo ligado ao diagnóstico da bexiga neurogênica”, explica.

Em nota, a Prefeitura de Araçariguama lamentou o que aconteceu e informou que “todas as medidas cabíveis já foram tomadas, assim como as providências para que esse tipo de erro não volte a ocorrer”.

Cyda chegou a publicar nas redes sociais o que aconteceu com a filha e comunicou a Secretaria de Educação.

Com as informações do G1

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