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O médico e empresário Fábio Deambrosio Guasti, que era procurado por estar envolvido em uma denúncia de desvio de verbas de respiradores usados em pacientes com Covid-19 em Santa Catarina, foi preso em Sorocaba (SP) na manhã deste domingo (7).
De acordo com a Polícia Militar, equipes receberam a informação de que ele estaria parado em um posto de combustíveis na Avenida Doutor Armando Pannunzio, no Jardim Vera Cruz.
Segundo a Polícia Civil de Sorocaba, o empresário já tinha um mandado de prisão preventiva decretada por Santa Catarina, onde a operação é realizada.
A equipe da Polícia Civil de Santa Catarina entrou em contato com Sorocaba e avisou que um dos carros do médico apareceu em câmeras instaladas nas ruas da cidade na manhã deste sábado (6).
Com isso, segundo a polícia, a equipe de Santa Catarina veio para Sorocaba e teve apoio da seccional da cidade. As equipes fizeram buscas, mas não encontraram o médico.
Ainda segundo a policia, a placa do carro foi informada à PM, que monitorou a situação e localizou o carro em imagens das câmeras neste domingo.
O homem foi abordado e encaminhado ao Plantão Norte e encaminhado para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Sorocaba.
Fábio é médico e empresário e foi denunciado por desvios de recursos na aquisição de respiradores utilizados para o tratamento de Covid-19.
Uma CPI investiga a aquisição de 200 respiradores pelo estado de Santa Catarina a R$ 33 milhões pagos antecipadamente em março.
Até esta quinta-feira (4), apenas 50 dos equipamentos tinham chegado ao estado, com atraso, e estão sendo analisados pela Secretaria de Estado da Saúde para verificar se o modelo enviado pode ser usado no tratamento contra a Covid-19.
Uma força-tarefa formada por vários órgãos, incluindo Ministério Público de Santa Catarina e Polícia Civil, também investiga a compra. No início de maio, o Governo de Santa Catarina assumiu que teve “fragilidades” no processo de aquisição.
Uma análise da Ordem dos Advogados do Brasil em Santa Catarina (OAB/SC) em parceria com o Observatório Social do Brasil em Santa Catarina concluiu que houve irregularidades na compra.
fonte: G1