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A comunidade científica mundial está em luto. Nesta quarta-feira (14), morreu o pesquisador e físico Stephen Hawking, um dos mais conhecidos cientistas do mundo.
Hawking dedicou a vida estudando o universo, as coisas da natureza. Ele propôs que o universo teve um início no Big Bang e terá um fim. De acordo com os estudos de Stephen Hawking, a Teoria da Relatividade Geral, de Albert Einstein, conclui que o espaço-tempo terminará com os buracos negros do universo.
Além disso, Hawking afirmou que a teoria de Einstein, e a teoria Quântica, que até então divergiam entre si, devem estar conectadas, o que causa controvérsia no mundo científico. Porém, as discussões não desabonam a genialidade de Stephen Hawking. Ao contrário, ele foi reconhecido ao ser elevado ao Panteão dos Titãs da Ciência, onde estão Einstein e Galileo.
Aliás, a vida e a morte de Stephen Hawking se ligam aos dois grandes cientistas por coincidências. Hawking nasceu no aniversário de 300 anos do falecimento do físico e matemático italiano, Galileo Galilei, e morreu no dia do aniversário de nascimento do alemão Albert Einstein, ou seja, no dia 14 de março.
Stephen Hawking era portador de Esclerose Lateral Amiotrófica. A doença limitou seus movimentos ao ponto de conseguir, apenas, mexer os olhos e um dedo voluntariamente. No entanto, a capacidade mental de Hawking não foi afetada. Para se comunicar, ele interagia com uma tela de computador usando os movimentos dos olhos. O aparelho produzia uma voz robótica e movimentava a cadeira de rodadas do cientista.
Stephen Hawking morreu na Inglaterra, aos 76 anos. Ele deixou três filhos e escreveu 14 livros. Entre eles, o “Universo em uma casca de noz” e o best-seller “Uma Breve História do Tempo”.
De Brasília, Cristiano Carlos