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Santana de Parnaíba tem caso suspeito de coronavírus

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Um adulto de Santana de Parnaiba teve sintomas da infecção pelo coronavírus e histórico de viagem à China. Ele foi atendido em um hospital de São Paulo. Outra notificação é de um adulto de Paulínia, que teve contato com paciente suspeito de ter sido infectado pelo vírus.

Ainda ontem, a Prefeitura de Santana de Parnaíba reproduziu em sua página no Facebook o comunicado da Secretaria de Estado da Saúde sobre o caso suspeito do paciente atendido na Capital. O prefeito da cidade, Elvis Cezar, fez o mesmo e publico no seu perfil oficial no Instagram.

Caso descartado

Neste sábado (1), a Secretaria de Estado da Saúde excluiu da lista de suspeitos o caso de Santo André. Foi constatado que a pessoa não tinha febre, principal sintoma de infecção do vírus.

Brasil

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registra 16 casos considerados suspeitos de coronavírus, conforme balanço divulgado às 12 horas deste sábado. Dez outros casos já foram descartados.

O Estado que apresenta maior número de casos suspeitos é São Paulo.

Coronavírus no mundo

A Organização Mundial da Saúde (OMS) atualizou ontem para 11.953 o número de casos confirmados de coronavírus em todo o planeta. Deste total, 11.821 foram identificados em território chinês. O total de mortos permanece estável: 259 casos. Todos na China.

De acordo com o balanço divulgado em Genebra, o segundo país a apresentar maior número de casos confirmados de coronavírus foi a Tailândia (19 pessoas), seguido pelo Japão (17), Cingapura (16), Austrália (12), Coreia (12), Malásia (8), Alemanha (7), Estados Unidos (7), França (6), Vietnã (6), Canadá (4), Emirados Árabes Unidos (4), e Itália, Reino Unido e Rússia (2 casos cada).

Histórico do vírus

O coronavírus é conhecido desde meados dos anos 1960 e já esteve associado a outros episódios de alerta internacional nos últimos anos. Em 2002, uma variante gerou um surto de síndrome respiratória aguda grave (Sars) que também teve início na China e atingiu mais de oito mil pessoas.

Em 2012, um novo coronavírus causou uma síndrome respiratória no Oriente Médio que foi chamada de Mers.

A atual transmissão foi identificada em 7 de janeiro. O escritório da Organização Mundial da Saúde na China buscava respostas para casos de uma pneumonia até então desconhecida que afetava moradores na cidade de Wuhan, na China.

Como é feito o acompanhamento dos casos suspeitos

Os familiares dos pacientes considerados suspeitos estão orientados com relação às medidas necessárias para se prevenirem, como uso de máscaras, higienização das mãos e não compartilhamento de objetos de uso pessoal, bem como sobre os cuidados requeridos para os pacientes, que incluem hidratação e a permanência em casa, sem circulação por outros locais e evitando contato com familiares e amigos, por exemplo.
“O monitoramento está em curso, com organismos internacionais e nacionais de saúde, e nossas equipes seguem acompanhando o tema ininterruptamente para que possamos dar respostas rápidas e efetivas quando necessário”, diz a diretora da Vigilância Epidemiológica, Helena Sato.

É fundamental procurar o serviço de saúde mais próximo se a pessoa apresentar sintomas como febre, dificuldade para respirar, tosse ou coriza, associados aos seguintes aspectos epidemiológicos: histórico de viagem em área com circulação do vírus (consulte os sites indicados no final do texto), contato próximo caso suspeito ou confirmado laboratorialmente para coronavírus.

Investigação e diagnóstico

A investigação dos casos é realizada pelas secretarias municipais de saúde, com todo apoio técnico da pasta estadual. As amostras biológicas dos pacientes são colhidas pelo hospital onde foram atendidos e enviadas para análise no Instituto Adolfo Lutz.

Os exames consistem numa análise que detecte o genoma do vírus, por meio do chamado PCR (sigla em inglês que significa “Reação em cadeia da polimerase”). São feitos a partir da a coleta de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou coleta de secreções da boca e nariz), que deve ser realizado pelo hospital que atendeu o caso suspeito e encaminhado ao laboratório de saúde pública do Estado de São Paulo. Os resultados são comunicados pelo Lutz ao município de residência do paciente, responsável por notificar o descarte ou confirmação do caso.

 Dicas de prevenção

– Cobrir a boca e nariz ao tossir ou espirrar.
– Utilizar lenço descartável para higiene nasal.
– Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca.
– Não compartilhar objetos de uso pessoal.
– Limpar regularmente o ambiente e mantê-lo ventilado.
– Lavar as mãos por pelo menos 20 segundos com água e sabão ou usar antisséptico de mãos à base de álcool.
– Deslocamentos não devem ser realizados enquanto a pessoa estiver doente.
– Quem for viajar aos locais com circulação do vírus deve evitar contato com pessoas doentes, animais (vivos ou mortos), e a circulação em mercados de animais e seus produtos.

fonte: Giro/SA

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