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O processo do assassinato da adolescente Vitória Gabrielly Guimarães Vaz, de 12 anos, encontrada morta em Araçariguama (SP), foi desmembrado em dois júris. O servente de pedreiro Júlio César será julgado em dia diferente do casal Bruno Oliveira e Mayara Abrantes.
Os três réus estão presos em Tremembé, no Vale do Paraíba (SP), e já foram ouvidos pela polícia e também na Justiça, mas negaram os crimes.
Segundo o advogado Clayton Wesley de Freitas Vezerra, que trabalha com a advogada Priscila Dias Modesto, o casal Bruno e Mayara deve ir a júri apenas no próximo ano.
Serão realizados dois julgamentos porque apenas a defesa do casal recorreu da sentença. Como os advogados de defesa de Júlio não entraram com ação, ele será o primeiro a ir ao tribunal.
Os réus foram denunciados por sequestro, assassinato e ocultação de cadáver. O processo está em segredo de Justiça e a data para a realização do júri deve ser entre setembro e outubro.
Um quarto suspeito de participação no crime foi preso no dia 21 de maio e reconhecido através de fotos por duas testemunhas protegidas. Odilan Alves, de 36 anos, morava em Itapevi (SP) e confessou que comandava o tráfico de drogas na região de Araçariguama.
A identificação dele como suposto mandante do crime foi possível em função de características passadas por uma testemunha protegida em depoimento ao Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), em São Paulo.
No dia 6 de junho, três jovens foram apreendidos no bairro Jardim Brasil, em Araçariguama, suspeitos de trabalharem para o traficante.
Ao fim do inquérito, Odilan pode responder por tráfico de drogas, associação criminosa e também pela morte da menina.
fonte: G1